domingo, 2 de novembro de 2014

A comunhão dos santos


O universo da vida católica é infinitamente amplo; impossível de ser analisado, compreendido e muito menos vivido  quando se faz uso apenas  dos mecanismos materiais e dos recursos do aparelho biológico humano.

A parte mais rica da vida  católica é intangível e  invisível, por dizer  respeito ao espírito. É um mundo tão fascinante que é inenarrável  por  palavras.  Só pode ser vivido.  



Uma das  leitura da missa da Comemoração dos Fiéis Defuntos diz:

"Jó tomou a palavra e disse:
”Gostaria que minhas palavras fossem escritas e gravadas numa inscrição com ponteiro de ferro e com chumbo, cravadas na rocha para sempre!
Eu sei que o meu redentor está vivo e que, por último, se levantará sobre o pó; e depois que tiverem destruído esta minha pele, na minha carne, verei a Deus. Eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão, e não os olhos de outros”". (Jó 19,1.23-27 a)


A doutrina do Catecismo da Igreja Católica esclarece sobre a  amplitude dos relacioanmenteos humanos na  COMUNHÃO DOS SANTOS:


 Em resumo, por meio dos parágrafos 960 a 962: 

960. A Igreja é «comunhão dos santos»: esta expressão designa, em primeiro lugar, as «coisas santas» (sancta) e, antes de mais, a Eucaristia, pela qual «é representada e se realiza a unidade dos fiéis que constituem um só Corpo em Cristo» (523).

961. Este termo também designa a comunhão das «pessoas santas» (sancti) em Cristo, que «morreu por todos», de modo que o que cada um faz ou sofre por Cristo e em Cristo reverte em proveito de todos.

962. «Nós cremos na comunhão de todos os fiéis de Cristo: dos que peregrinam na terra, dos defuntos que estão levando a cabo a sua purificação e dos bem-aventurados do céu: formam todos uma só Igreja; e cremos que, nesta comunhão, o amor misericordioso de Deus e dos seus santos está sempre atento às nossas orações» (524).  


Em detalhes pelos parágrafos de 946 ao 959


946. Depois de ter confessado «a santa Igreja Católica», o Símbolo dos Apóstolos acrescenta «a comunhão dos santos». Este artigo é, em certo sentido, uma explicitação do anterior: pois «que é a Igreja senão a assembleia de todos os santos?» (505). A comunhão dos santos é precisamente a Igreja.

947. «Uma vez que todos os crentes formam um só corpo, o bem de uns é comunicado aos outros [...]. E assim, deve-se acreditar que existe uma comunhão de bens na Igreja. [...] Mas o membro mais importante é Cristo, que é a Cabeça [...]. Assim, o bem de Cristo é comunicado a todos os membros, comunicação que se faz através dos sacramentos da Igreja» (506). «Como a Igreja é governada por um só e mesmo Espírito, todos os bens por ela recebidos tornam-se necessariamente um fundo comum» (507).

948. A expressão «comunhão dos santos» tem, portanto, dois significados estreitamente ligados: «comunhão nas coisas santas, sancta», e «comunhão entre as pessoas santas, sancti».

«Sancta sanctis! (O que é santo, para aqueles que são santos)». Assim proclama o celebrante na maior parte das liturgias orientais, no momento da elevação dos santos Dons antes do serviço da comunhão. Os fiéis (sancti) são alimentados pelo Corpo e Sangue de Cristo (sancta), para crescerem na comunhão do Espírito Santo (Koinônia) e a comunicarem ao mundo.

I. A comunhão dos bens espirituais

949. Na comunidade primitiva de Jerusalém, os discípulos «eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à comunhão fraterna, à fracção do pão e às orações» (Act 2, 42).

A comunhão na fé. A fé dos fiéis é a fé da Igreja recebida dos Apóstolos, tesouro de vida que se enriquece na medida em que é partilhada.

950. A comunhão nos sacramentos. «O fruto de todos os sacramentos pertence a todos. Os sacramentos, e sobretudo o Baptismo, que é como que a porta por onde os homens entram na Igreja, são outros tantos vínculos sagrados que os unem todos e os ligam a Jesus Cristo. A comunhão dos santos é a comunhão dos sacramentos [...];o nome de comunhão pode aplicar-se a cada um deles, porque cada um deles nos une a Deus [...]. Mas este nome convém mais à Eucaristia do que a qualquer outro, porque é principalmente ela que consuma esta comunhão» (508).

951. A comunhão dos carismas: na comunhão da Igreja, o Espírito Santo «distribui também graças especiais entre os fiéis de todas as ordens» para a edificação da Igreja (509). Ora, em cada um se manifestam os dons do Espírito, para o bem comum» (1 Cor 12, 7).

952. «Eles punham tudo em comum» (Act 4, 32): «Tudo o que o verdadeiro cristão possui, deve olhá-lo como um bem que lhe é comum com os demais, e deve estar sempre pronto e ser diligente para ir em socorro do pobre e da miséria do próximo» (510). O cristão é um administrador dos bens do Senhor (511).

953. A comunhão da caridade: na sanctorum communio, «nenhum de nós vive para si mesmo, e nenhum de nós morre para si mesmo» (Rm 14, 7). «Se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele; se um membro for honrado por alguém, todos os membros se alegram com ele. Vós sois Corpo de Cristo e seus membros, cada um na parte que lhe diz respeito» (1 Cor 12, 26-27). «A caridade não é interesseira» (1 Cor 13, 5) (512). O mais insignificante dos nossos actos, realizado na caridade, reverte em proveito de todos, numa solidariedade com todos os homens, vivos ou defuntos, que se funda na comunhão dos santos. Pelo contrário, todo o pecado prejudica esta comunhão.

II. A comunhão entre a Igreja do céu e a da terra

954. Os três estados da Igreja. «Até que o Senhor venha na sua majestade e todos os seus anjos com Ele e, vencida a morte, tudo Lhe seja submetido, dos seus discípulos uns peregrinam na terra, outros, passada esta vida, são purificados, e outros, finalmente, são glorificados e contemplam "claramente Deus trino e uno, como Ele é"» (513):

«Todos, porém, comungamos, embora de modo e grau diversos, no mesmo amor de Deus e do próximo, e todos entoamos ao nosso Deus o mesmo hino de glória. Com efeito, todos os que são de Cristo e têm o seu Espírito, formam uma só Igreja e n'Ele estão unidos uns aos outros») (514).

955. «E assim, de modo nenhum se interrompe a união dos que ainda caminham sobre a terra com os irmãos que adormeceram na paz de Cristo: mas antes, segundo a constante fé da Igreja, essa união é reforçada pela comunicação dos bens espirituais» (515).

956. A intercessão dos santos. «Os bem-aventurados, estando mais intimamente unidos com Cristo, consolidam mais firmemente a Igreja na santidade [...]. Eles não cessam de interceder a nosso favor, diante do Pai, apresentando os méritos que na terra alcançaram, graças ao Mediador único entre Deus e os homens, Jesus Cristo [...]. A nossa fraqueza é assim grandemente ajudada pela sua solicitude fraterna» (516):

«Não choreis, que eu vos serei mais útil depois da morte e vos ajudarei mais eficazmente que durante a vida» (515).

«Quero passar o meu céu a fazer o bem sobre a terra» (518)

957. A comunhão com os santos. «Não é só por causa do seu exemplo que veneramos a memória dos bem-aventurados, mas ainda mais para que a união de toda a Igreja no Espírito aumente com o exercício da caridade fraterna. Pois, assim como a comunhão cristã entre os cristãos ainda peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim também a comunhão com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e Cabeça, toda a graça e a própria vida do povo de Deus» (519).

«A Cristo, nós O adoramos, porque Ele é o Filho de Deus; quanto aos mártires, nós os amamos como a discípulos e imitadores do Senhor: e isso é justo, por causa da sua devoção incomparável para com o seu Rei e Mestre. Assim nós possamos também ser seus companheiros e condiscípulos!» (520).

958. A comunhão com os defuntos. «Reconhecendo claramente esta comunicação de todo o Corpo místico de Cristo, a Igreja dos que ainda peregrinam venerou, com muita piedade, desde os primeiros tempos do cristianismo, a memória dos defuntos; e, "porque é um pensamento santo e salutar rezar pelos mortos, para que sejam livres de seus pecados" (2 Mac 12, 46), por eles ofereceu também sufrágios» (521). A nossa oração por eles pode não só ajudá-los, mas também tornar mais eficaz a sua intercessão em nosso favor.

959. Na única família de Deus. «Todos os que somos filhos de Deus e formamos em Cristo uma família, ao comunicarmos uns com os outros na caridade mútua e no comum louvor da Santíssima Trindade, correspondemos à íntima vocação da Igreja» (522).



quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Conselho Popular: você conhece um.




A maioria dos brasileiros conhece muito bem  os tais “Conselhos Populares”, embora  ignorem as reais finalidades deles. Atua neles, até protagoniza, passivamente.

 Tem causado polêmica  o decreto  n. 8.243, de 23  de maio de 2014 que submete os movimentos sociais à coordenação da Secretaria Geral da Presidência da República. Partidos políticos, protestam e o governo usa todas as suas forças para impingir o famigerado decreto, dourando a pílula com recursos de sofismas.

Artigos assinados por quem entende, dotados de respaldo e conhecimento, têm sido publicados explicando o quanto tal decreto é nocivo; porém, quem acompanha atentamente a mídia e a vida no quotidiano não precisa  ser nenhum especialista para entender as intenções por trás de tal decreto.

Muitas pessoas, dos mais diversos segmentos, já experimentaram fazer parte de algum conselho na sua comunidade, entre eles os chamados conselhos paroquiais, cujos propósitos anunciados são, ou eram até certo tempo,  os mesmos do decreto 8. 243 da Presidência da República  com "o objetivo de fortalecer e articular os mecanismos e as instâncias democráticas de diálogo e a atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil." (Art. 1º); no caso dos paroquiais seria entre os fiéis e a "igreja particular”.

 Os membros de tais conselhos são todos ‘convidados'  e cada um se sente feliz  ao ser chamado à participar de decisões sobre ações que beneficiarão sua comunidade. Mas, já nas primeiras reuniões sente diminuir a alegria porque, sem que ninguém fale ou explique, cada reunião já começa tendo sua pauta rígida em todos os sentidos. Nenhum assunto é proposto, para ser discutido, avaliado, ponderado por um número de cabeças pensantes, cada uma com seu repertório de conhecimentos a serem partilhados, a respeito de determinado assunto de interesse coletivo. 

Trata-se, na verdade da participação em algo já decidido, quase sempre por uma única pessoa ou por um grupo bem pequeno. Na maioria das vezes, quem coordena a reunião apenas transmite o que foi decidido à sua revelia.

O incauto que se atreve a emitir a sua verdadeira opinião é visto como uma aberração, principalmente se a opinião for contrária ao objetivo da reunião que acontece apenas para chancelar a decisão pelo aval  do “Conselho”.

Um clima desconfortável se estabelece. Ninguém se atreve a emitir opinião.  Até que surge a primeira manifestação de aprovação, geralmente feita por pessoa de natureza muito emocionável, que adere à ideia somente pela aprovação da coordenação, sem, na verdade, ponderar o mínimo a respeito do que se trata a decisão. 

As outras pessoas acabam contagiadas pelo clima; estabelece-se um novo ambiente, artificial e violento para a consciência. Uma vez  que tais ideias são ‘inseridas' na comunidade, os outros integrantes dela, para serem bem vistos, vão se desconstruindo, abandonando suas convicções, para assumir outros valores, muitas vezes antagônicos aos antigos, propostos pelos “novos líderes”.

 No novo clima, as pessoas mais relevantes, as mais entusiasmadas, galgam os postos de destaque na vida da comunidade, embaladas pela vaidade  estimulada  através do ‘reconhecimento do seu valor’ pelo novo e maravilhoso líder; se sentem e se mostram cada vez mais 'importantes', daí para adquirirem um comportamento arrogante basta apenas um passo. Por serem, na maioria, muito pouco letradas, aderem visceralmente às novas ideias, e se tornam verdadeiros canhões ideológicos, prontos a proferir  palavras de ordem e  adjetivos (des)qualificativos aos que ousam interferir de alguma maneira nos novos e inconfessados objetivos que passam a vigorar. 

Nesse ambiente, as pessoas mais letradas e sensatas se afastam da vida ativa da comunidade. 

Um terrorismo silencioso, muito mais doloroso, atinge as consciências.Pais veem seus filhos praticar atos antes condenáveis e reivindicar aprovação e elogios. Pessoas dilaceradas compõem as famílias, divididas entre o amor ao membro de comportamento estranho e a própria consciência que clama por manifestação de condenação em defesa dele próprio. Reina a esquizofrenia.

Enquanto isso, os verdadeiros responsáveis por tanto sofrimento, os líderes que aparecem só de vez em quando, continuam a receber homenagens, tratados como celebridades, cultuadas quase como santos. O povo, que não mais pondera, não constata que são  os tais, os responsáveis por sua dor e sofrimento;  eles, quando aparecem, só falam de coisas positivas com voz e maneiras melífluas ou efusivas.  O trabalho de desconstrução já foi realizado, “democraticamente", com a participação direta da comunidade local, pela aprovação do “Conselho”. Ao grande líder cabe apenas tomar posse das consciências dos novos escravos mentais, a serem usados…

Uma observação feita com mais acuidade mostra que  em grande número das cidades pequenas do interior do país, tal fenômeno acontece em todas as áreas. Tudo foi politizado à nova maneira, e nos mais diversos “Conselhos" o modus operandi é sempre o mesmo. Deve ser por tal razão que o Sr. Ministro responsável pela Secretaria Geral da Presidência diz que o decreto visa apenas a coordenação do que já existe…

Giselle Neves Moreira de Aguiar

A Igreja Católica e a Ciência

O Papa Francisco afirmou no último dia 27, que a a criação do mundo “não é obra do caos, mas deriva de um princípio supremo que cria por amor." Segundo ele, "o Big Bang não contradiz a intervenção criadora de Deus, mas a exige.

A fala do Pontífice muito alegra os corações dos muitos que militam pelo Reino de Deus, no campo das Ciências. Confirma o que já se sabia com clareza: a Bíblia narra a criação em sentido figurado, de maneira que pode ser entendida por seres humanos de TODOS os tempos. No nosso, já começamos a descobrir os mecanismos usados por Deus para criar tudo o que existiu e existe, sendo também Ele o autor do que virá a partir do que já temos hoje. 

Muito esclarecedora a entrevista dada pelo padre Jesus Hortal Sánchez ao jornalista Carlos Alberto Sardenberg, na rádio CBN em 29/10/2014.
 
Vale ressaltar que o primeiro cientista a propor a  teoria do Big Bang  a que chamou de "Hipótese do átomo primordial",  foi padre Georges Lemaître  ( na foto abaixo endo condecorado pelo Papa PioXII).  Tal teoria foi desenvolvida depois por George Gamow.

Papa PioXII condecora o Padre Georges Lemaître, que propôs a Teoria do Big Bang, a que chamou de "Hipótese do átomo primordial", e que foi desenvolvida depois por George Gamow. Foto do site da Pontifícia Academia de Ciência, do Vaticano: http://www.casinapioiv.va/content/accademia/en.html

Sabemos que TODAS as leis da Física são compatíveis com a lei de Deus. Muito normal e natural.

Desde 1603 existe, no Vaticano,  a Pontifícia Academia de Ciências do Vaticano, que é de âmbito internacional, formada pelos mais notáveis cientistas de todas as etnias e credos. Toda a história da Academia está disponível

 Os objetivos da Academia são:

-Promover o progresso da matemática, ciências físicas e naturais, e o estudo de questões relacionadas com as questões epistemológicas e reconhecendo a excelência em ciência, estimular uma abordagem interdisciplinar para o conhecimento científico.

- Incentivar a interação internacional promovendo a participação nos benefícios da ciência e da tecnologia, o maior número de pessoas e povos.

- Promover a educação e compreensão do público sobre a ciência.

- Assegurar que a ciência trabalha para promover a dimensão humana e moral do homem.

- Conseguir um papel para a ciência que envolva a promoção da justiça, desenvolvimento, solidariedade, paz, e a resolução de conflitos.

- Promover a interação entre fé e razão e incentivar o diálogo entre ciência e valores espirituais, culturais, filosóficas e religiosas.

- Prestar consultoria à autoridades sobre assuntos científicos e tecnológicos.

- Cooperar com os membros de outras academias em um espírito amigável para promover esses objetivos.

 "O infinito e o infinitesimal transcendem ao nosso entendimento finito, o primeiro devido à sua magnitude, o segundo devido à sua pequenez; imagine o que eles são quando combinados."  Afirmou Galileu Galilei, membro da Academia, em 1638.

Desde 1902 até 2007, 46 membros da Academia Pontifícia receberam o Prêmio Nobel. Hoje ela conta com 80 homens e mulheres cientistas de todas as áreas do saber humano, entre eles o célebre físico Stephen Hawking e o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis.

Baseando-nos nessas informações e em inúmeras mais da mesma natureza, entre elas a de que a Universidade de Sorbonne  em  Paris, foi fundada em 1257, pelo padre católico Robert de Sorbóna, podemos verificar que a Fé e a Ciência  sempre foram totalmente compatíveis e grandes auxiliares  uma da outra;  e também que o que a doutrina da Igreja Católica considera como ciência ao longo de seus dois milênios tem amplo respaldo dos mais laureados cientistas, nas suas respectivas épocas e áreas de atuação.











sábado, 25 de outubro de 2014

História das pílulas de Frei Galvão


Por: Pe. José Arnaldo - Capelão do Mosteiro da Luz

(25 de outubro, dia de São Frei Galvão, o primeiro santo brasileiro)



Certo dia um moço, que se debatia com fortes dores provocadas por cálculos renais, pediu a Frei Galvão que o abençoasse para ficar livre da dor.

Frei Galvão, lembrando-se do poder de intercessão da Santíssima Virgem, escreveu em um papelzinho o verso do breviário: “Post partum Virgo inviolata permansisti, Dei Gentitrix Intercede pro nobis” e mandou ao moço ingerir o papelzinho feito, em forma de pílulas. O moço o fez, confiando em Nossa Senhora e expeliu os cálculos sem dificuldade.

Caso semelhante se deu: Frei Galvão foi procurado por um senhor, pedindo ajuda para sua mulher que se achava em grave trabalho de parto e com perigo de vida.
Frei Galvão se lembrou do caso do moço curado dos cálculos e deu novamente a este senhor as pílulas de papel com os mesmos dizeres (Depois do parto, ó Virgem, permanecestes inviolável, ó mãe de Deus, intercedei por nós).Depois de ter ingeridos as pílulas, a mulher deu à luz sem dificuldades ou quaisquer problemas. Esta foi a origem das pílulas.

DEVIDO A PROCURA SER GRANDE POR ESSE PAPELZINHO COM A ANTÍFONA DE NOSSA SENHORA FREI GALVÃO SE VIU MUITO OCUPADO, SEM TEMPO PARA ATENDER AO POVO, FOI ENTÃO QUE ELE CONFIOU O SEU TRABALHO ÀS Irmãs, SENDO QUE SERIA PASSADO DE IRMÃ PARA IRMÃ, COMO UMA TRADIÇÃO FAMILIAR, COMO FREI GALVÃO CONFIOU ÀS IRMÃS ESSE TRABALHO, O MESMO DEVERÁ CONTINUAR SOMENTE FEITO POR ELAS, A MISSÃO FOI ENTREGUE A ELAS POR FREI GALVÃO. TUDO TEM QUE SER FEITO NO ESPÍRITO DE ORAÇÃO E DENTRO DO MOSTEIRO PARA NÃO PERDER A ESSÊNCIA, A ESPIRITUALIDADE DAS PÍLULAS.

Desde então, as pílulas tem sido muito procuradas por devotos de Frei Galvão. O Mosteiro da Luz, através das Irmãs Concepcionistas da Ordem da Imaculada Conceição, conforme as orientações de Frei Galvão, confeccionam as pílulas e distribuem gratuitamente para as pessoas que têm confiança na intercessão de Frei Galvão.

As Pílulas de Frei Galvão não são remédio como os da farmácia. São, sim, remédio para a alma e o corpo para todo o fiel cristão que tem fé. Importante, também, interceder pelos médicos que cuidam da saúde dos que buscam a intercessão de Frei Galvão.


NOVENA À SANTÍSSIMA TRINDADE 
PARA ALCANÇAR GRAÇAS PELA INTERCESSÃO 
DO SANTO ANTONIO DE SANT´ANNA GALVÃO.

Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, eu Vos adoro, louvo e Vos dou graças pelos benefícios que me fizestes. Peço-vos por tudo que fez e sofreu o vosso Santo Antonio de Sant´Anna Galvão, que aumenteis em mim a fé, a esperança e a caridade, e Vos digneis conceder-me a graça que ardentemente almejo. Amém.
Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai

Reze durante 09 dias a Oração da Novena à Santíssima Trindade. Tome 03 pílulas da seguinte forma: uma pílula no primeiro dia, outra pílula no quinto dia e outra no último dia da novena.


SOLICITAÇÃO DAS PÍLULAS VIA POSTAGEM (carta)

Envie dentro do seu envelope de pedido de pílulas, um envelope selado (Um dentro do Outro).
Preencha o envelope com letra legível e endereço completo (Com CEP) para evitar que você não receba.

Mande os dois envelopes (um dentro do outro) para o endereço abaixo:
Endereço (Destinatário):

Mosteiro da Luz
Av. Tiradentes, 676 – Luz – São Paulo – SP CEP.: 01102-000

Para quem mora em São Paulo/SP, as pílulas são entregues, gratuitamente no Mosteiro da Luz – SP.




sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Oração à Nossa Senhora Rainha dos Anjos



Augusta  Rainha do Céu e Senhora dos Anjos, Vós que desde o princípio recebeste de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás; nós vos pedimos humildemente: enviai vossos santos Anjos para que eles, sob vosso poder e vossas ordens, persigam o infernal espírito, combatendo-o por toda parte, confundam sua audácia e o precipitem no abismo. 


Quem é como Deus? Ó boa e terna Mãe, Vós sereis  o nosso amor e nossa esperança. Ó  Mãe de Deus, enviai vossos Santos anjos para nos defender e repelir para longe de nós o cruel inimigo. Santos Anjos e Arcanjos, defendei-nos e protegei-nos. Amém!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A história que a escola oficial não ensina.

O que não se aprende na escola:

Para  quem deseja entender um pouco do que tem acontecido, no Brasil e no mundo,  recomendamos  três vídeos:
1- Como tudo isso começou (6:29min)


2- Como chegou ao Brasil, vindo do leste europeu 
(8:53min):


3- O resumo da ópera pelo jornalista Fernando Gabeira: (2:44)



Ser Mineiro, de autoria controversa: Dummond, Sabino ou Rosa?


Ser Mineiro é não dizer o que faz, nem o vai fazer,
é fingir que não sabe aquilo que sabe,
é falar pouco e escutar muito,
é passar por bobo e ser inteligente,
é vender queijos e possuir bancos.

Um bom Mineiro não laça boi com imbira,
não dá rasteira no vento,
não pisa no escuro,
não anda no molhado,
não estica conversa com estranho,
só acredita na fumaça quando vê o fogo,
só arrisca quando tem certeza,
não troca um pássaro na mão por dois voando.

Ser Mineiro é dizer "uai", é ser diferente,
é ter marca registrada,
é ter história.
Ser Mineiro é ter simplicidade e pureza, 
humildade e modéstia,
coragem e bravura,

fidalguia e elegância.

Ser Mineiro é ver o nascer do Sol
e o brilhar da Lua,
é ouvir o canto dos pássaros
e o mugir do gado,
é sentir o despertar do tempo
e o amanhecer da vida.

Ser Mineiro é ser religioso e conservador,
é cultivar as letras e artes,
é ser poeta e literato,
é gostar de política e amar a liberdade,
é viver nas montanhas,
é ter vida interior,
é ser gente.