segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Aparicões de Fátima, documentário narrado por Ricardo Montalbán.


Este documentário, narrado por Ricardo Montalbán,  associa os principais acontecimentos da história do século XX às aparições de Fátima.

Importante observar os pareceres de cientistas a repeito das aparicões dentro do contexto do ambiente socio-cultural da época.

Vale, sobretudo analisar os acontecimentos  em relação ao  nosso tempo.
 Assim podemos  constatar que os fatos  que hoje vivemos foram alvo das preocupações de Nossa Senhora e Mãe, e o grande motivo dos seus aflitos e insistentes pedidos de tantas orações. 



sexta-feira, 17 de outubro de 2014



O programa de rádio “Momento de Fé”, com o Padre Marcelo Rossi está cada vez melhor.
Por ele, o o católico está diariamente sintonizado com o Coração de Jesus que “repara nossas faltas e santifica nossas faltas”. 

O programa é transmitido ao vivo, todas as manhãs, pela Rádio Globo, de segunda a sábado, das 9:05h às 10:05h. (Horário de Brasília). 

Pode ser ouvido também pela internet e pelo celular, por meio de aplicativo a ser baixado.

Por meio do ministério do Padre Marcelo Rossi, todos os dias os católicos podem obter uma atualização completa da sintonia com Deus, por meio de uma  reflexão sobre as alegrias e dificuldades da vida concreta e diária, vistas pelo olhar de quem tem Deus. Por tudo Deus é louvado e visto como o Poderoso Autor e Senhor de nossas vidas, cujo amor e bondade  são do mesmo tamanho do Seu Poder. Assim se ganha força  e coragem  que tornam mais leve o sobreviver, e até vencer, nesta selva cheia de perigos que tem se tornado o mundo. 

 A audição do programa  ajuda (e muito), pela oração ungida do sacerdote, na experiência da Presença de Deus na vida real e concreta. E  onde está Deus, mal nenhum prevalece e nada falta. 


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Padre Lyrio e os sinais.



Os sinais que cercaram o acontecimento da morte do Cônego Francisco Lyrio de Almeida, o querido Padre Lyrio dos sorocabanos, têm grande valor para quem  faz uso dos olhos da alma. 


 Com 97 anos, 72 deles em ativo sacerdócio, ele faleceu no dia 15 de outubro de 2014, dia de Santa Teresa de Ávila.  Na sua missa de exéquias, na Catedral Metropolitana de Sorocaba, presidida pelo senhor Arcebispo, Dom Eduardo Benes Rodrigues, e concelebrada por dezenas de sacerdotes, Padre Tadeu Rocha Moraes, o pároco, lembrou, muito bem, na homilia, que padre Lyrio era um professor vocacionado, amava lecionar e cultivar as letras, profissão que exercia a partir de sua condição de sacerdote. 








 Porém, acreditamos que além, do professorado, padre Lyrio tinha mais em comum com Santa Teresa. Quem o observava podia ver que, como a santa, era acometido de uma espécie de  dor que os entendidos chamam de transverberação, que faz  com que a alma não se contente com menos do que com Deus. Daí a sua grande exigência com tudo o que fosse relacionado a Deus, à Igreja, especialmente na Santa Missa, que ele “saboreava" com intenso prazer de espírito. Para ser atendido nas pequenas exigências, suportava títulos como ‘teimoso', mas sua teimosia nenhuma autoridade se arriscava a contrariar porque, na verdade, era zelo. Por não suportar nada menos do que Deus, Deus precisava estar presente e reinante em tudo o que fazia.


Tal atitude certamente não desagradava a Nosso Senhor, como ele se referia a Deus. Pois outro sinal do Altíssimo foi detectado como carinho, pelo pelo povo de fé. Padre Lyrio foi sepultado no dia de Santa Edwiges, a santa cuja imagem fica à direita de quem entra na Igreja de Santa Santa Cruz. Invariavelmente, todas as manhãs, ele  chegava, passava pela imagem da santa, e como o mais humilde dos fiéis, passava a mão nos pés da na imagem e com ela fazia o sinal da cruz; parava  um pouco e rezava, como quem pede ajuda à irmã mais poderosa para cumprir sua tarefa de se apresentar a Deus e a servi-Lo. Em todos os dias 16 de cada mês, ele abençoava  individualmente cada fiel, pedindo a intercessão de Santa Edwiges para as necessidades de cada um.



Os fiéis frequentadores da Igreja Santa Cruz sofrem hoje a ausência do “Padre", do pai espiritual,  que tinha cada vez maiores  limitações físicas, mas um coração cada vez mais rico de inesgotável amor a Deus e ao povo, cujo amor não cessava de proclamar. Porém, há um sentimento ainda maior em seus corações, a certeza de que o “Padre", como grande vencedor, recebe agora recompensa de tudo o que viveu e, com toda certeza, especialmente pelos sinais recebidos do Céu, está muito melhor do que estaria se estivesse aqui conosco. O saldo é alegria.


Giselle  Neves Moreira de Aguiar
  

domingo, 12 de outubro de 2014

O papel de Nossa Senhora na vida da Igreja, segundo as leituras da missa do dia em que se comemora Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil






                                                    Acima: Fotos da Catedral de Brasília


Santuário de Dom Bosco, em Brasília

  O papel de Nossa Senhora na vida da Igreja, segundo as leituras da missa do dia em que se comemora Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil:

 A primeira leitura é a do livro de Ester. É bom ler o livro todo, que  seria, também, uma profecia a respeito do papel Nossa Senhora na vida da Igreja. Conta a história da rainha Ester, cujo povo, o judeu, corria o risco de ser exterminado devido a intrigas feitas contra ele.

Por ser a rainha, casada com Assuero, que reinava desde a Índia até a Etiópia, recebeu do seu tutor Mardoqueu, o pedido de intercessão junto ao rei, para que fosse suspensa a ordem dada com o selo de Assuero, por Amã detentor de alto cargo no governo,  para que os judeus fossem exterminados.
Ester se preparou  por três dias, com jejum e orações.

 "Três dias depois Ester se revestiu de seus trajes reais e se apresentou na câmara interior do palácio, diante do aposento real, onde estava o rei sentado sobre seu trono, diante da porta de entrada do edifício. 

Logo que o rei viu a rainha Ester no átrio, esta conquistou suas boas graças, de sorte que ele estendeu o cetro de ouro que tinha na mão. E Ester se aproximou para tocá-lo. 
No segundo dia, bebendo vinho, disse ainda o rei a Ester: "Qual é teu pedido, rainha Ester? Será atendido. Que é que desejas? Fosse mesmo a metade de meu reino, tu obterias". 

A rainha respondeu: "Se achei graça a teus olhos, ó rei, e se ao rei lhe parecer bem, concede-me a vida, eis o meu pedido; salva meu povo, eis o meu desejo". (Est 5, 1-2; 7, 2-3)


 O Evangelho trata da importância e postura de Nossa Senhora, quando aconteceu o primeiro milagre de Jesus, feito a pedido dela. A exemplo da rainha Ester, ela pede com humildade, a seu Filho Deus, que acuda às necessidades das pessoas que receberam o milagre:

"Naquele tempo,  três dias depois, celebravam-se bodas em Caná da Galiléia, e achava-se ali a mãe de Jesus. Também foram convidados Jesus e os seus discípulos. 

Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: "Eles já não têm vinho". 
 Respondeu-lhe Jesus: "Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou". 
 Disse, então, sua mãe aos serventes: "Fazei o que ele vos disser". 

Ora, achavam-se ali seis talhas de pedra para as purificações dos judeus, que continham cada qual duas ou três medidas.  Jesus ordena-lhes: "Enchei as talhas de água". Eles encheram-nas até em cima.  "Tirai agora" , disse-lhes Jesus, "e levai ao chefe dos serventes". E levaram. 

 Logo que o chefe dos serventes provou da água tornada vinho, não sabendo de onde era (se bem que o soubessem os serventes, pois tinham tirado a água), chamou o noivo 
 e disse-lhe: "É costume servir primeiro o vinho bom e, depois, quando os convidados já estão quase embriagados, servir o menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora". 
 Este foi o primeiro milagre de Jesus; realizou-o em Caná da Galiléia. Manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele." (João 2,1-11)

A segunda leitura é do Apocalipse, escrito depois da morte e ressurreição de Jesus, por São João. Fala da contínua perseguição da Igreja, representada pela figura de Maria, a Esposa do Espírito Santo, Filha de Deus Pai e Mãe de Deus Filho, por um ‘dragão’ muito mais poderoso que os pobres seres humanos. A defesa dela (da Igreja, do povo de Deus), é feita pela intervenção divina na sua própria criação. ("A terra, porém, acudiu à Mulher, abrindo a boca para engolir o rio que o Dragão vomitara”).

Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono. 

O Dragão, vendo que fora precipitado na terra, perseguiu a Mulher que dera à luz o Menino. 
A Serpente vomitou contra a Mulher um rio de água, para fazê-la submergir. 
A terra, porém, acudiu à Mulher, abrindo a boca para engolir o rio que o Dragão vomitara. (Apocalipse 12,1.5.13.15-16)

Todas essa leituras nos asseguram o que o povo de Deus tem vivido ao longo dos últimos dois milênios: a Mãe de Deus é nossa Mãe. Ela usa todas as suas prerrogativas da sua posição, em favor daqueles que recebeu com filhos aos pés da Cruz do seu filho Deus: “Mãe, eis aqui o teu filho”, dissse Jesus no Calvário, olhando para São João que representava toda a humanidade, ou, pelo menos todos os “homens de boa vontade", os que O aceitam como Deus, com todo o Seu Poder, Majestade e Bondade. O Deus perfeito que é incapaz de rejeitar um ser humano que o deseje,  estando em condição que estiver;  afinal Ele sempre pode restaurar, e fazer atingir a plenitude, a obra da qual Ele é o Autor.

Nós, aqui no Brasil temos a Nossa Rainha, a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, não deixemos jamais de pedir a sua intervenção junto a seu perfeito e poderoso Filho Deus. Com toda certeza, Ele jamais negará um pedido dela…


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Padre Marcelo Rossi, um jovem do seu tempo.


 A minha adolescência teve Padre Zezinho, o padre cantor que estimulava o interesse da juventude em aprofundar os conhecimentos sobre a fé. Depois,  por algum motivo, o amor  divino que povoava suas canções (quem não e lembra daquela do refrão “abençoa Senhor as famílias amém, abençoa Senhor a minha também…) foi esmorecendo, as lindas canções sumiram e ele passou a fazer afirmações que mais pareciam políticas do que religiosas.

Bem mais tarde, apareceu o Padre Marcelo Rossi, uma nova edição do Padre Zezinho, revista e atualizada; super atualizado, como orienta o Concílio Ecumênico do Vaticano II. Foi uma alegria. O Evangelho de Jesus Cristo aliado à arte, especialmente à da comunicação como convém a um jovem apaixonado por Jesus Cristo e sua doutrina, a ponto de consagra-lhes toda a vida. Teve total aceitação do povo de DeusVeja um exemplo



O tempo foi passando, surgiram muitos outros padres cantores, todos alvos de críticas, mas nenhum as sofreu com tanta intensidade como o Padre Marcelo. Interessante é que se ouviam as críticas de outros padres, críticas não construtivas, mas cheias de sentimentos incompatíveis com a fé cristã. Porém, esses mesmos que o criticavam, quando podiam, faziam  muito para imitá-lo.

Como jovem do nosso tempo, cheio de vitalidade emocional, ele continuava sua trajetória; sabia que estava no Caminho certo, sempre teve um Anjo muito poderoso perto de si, seu bispo, Dom Fernando Figueiredo, que o impedia de agredir, o mínimo que fosse, a doutrina da Igreja de Cristo. Quando, seguindo o sentimento humano, caía de alguma forma, sempre teve a humildade de reconhecer o erro e pedir perdão, com singela  naturalidade.

Tal fato pode constatado numa  entrevista sua ao programa  Fantástico da  Rede Globo, em dezembro de 2013. Quem assiste pode observar um ser humano comum, com sua fragilidade  normal, suportando e profundos sofrimentos, ainda que 'não contabilizados’ no consciente; tais  como hostilidades vindas na maioria  das vezes do seu próprio ambiente eclesial que ele   compensava através de pequenas válvulas de escape, como o cuidado até exagerado com a aparência atlética, cultivada de desde sempre,  já que era professor de educação física.




 Enquanto isso, por meio de seu programa de rádio, diariamente passava amor, atenção e carinho de Deus para muitos que, como ele próprio, sentiam na carne os efeitos da fraqueza humana  e os dos maus sentimentos alheios.

 Nos últimos dias surgiu uma notícia de que Padre Marcelo Rossi teria sido investigado pelo Vaticano, durante 10 anos, a respeito de todo o seu trabalho, devido a denúncias de que estaria usando o sacerdócio para obter sucesso pessoal. O jornal Folha de São Paulo termina assim a reportagem: 

"No final de 2009, a Congregação decidiu encerrar as investigações sobre padre Marcelo. Ele foi inocentado de todas as falsas “acusações". 

Em 2010, o padre finalmente foi recebido por Bento 16, no Vaticano, e este lhe outorgou um prêmio de Evangelizador Moderno, concedido pela Fundação São Mateus.

Foi o final feliz para quase dez anos de suspeitas sobre o trabalho do padre, que chamou a atenção desde que um de seus CDs vendeu quase 3,5 milhões de cópias e se tornou um fenômeno social e midiático.”


Tal notícia é considerada ótima para os filhos de Deus beneficiados pela fecunda obra de evangelização do Padre Marcelo Rossi. Comprova seu o valor e a credibilidade sacerdotal de um  produtivo apóstolo. Lembra o ditado popular: "Só atiram pedras em árvores que produzem bons frutos”.

Depois dessa notícia surgiram outras dizendo que ele está muito doente…
Pode ser…
Mas a sua alma... Continua a mesma, cada vez mais forte no amor de Deus. Os sofrimentos o fortaleceram e o tornaram melhor e mais eficaz como Sacerdote e Pastor  da ovelhas de Cristo.
É uma alegria, um grande conforto espiritual sentir o carinho e respeito que transmite aos seus ouvintes do programa diário da Rádio Globo, de segunda a sexta-feira das 9:05 às 10:05h, ao vivo, todas as manhãs.

Para os filhos de Deus,  a aparência física é irrelevante. A uma primeira vista,  parece que foi ela o alvo  dos maus sentimentos de pessoas que se sentiam incomodadas com o sucesso que fazia.   Quem cultiva a vida de oração, e se importa com os costumes religiosos do povo católico, pode perceber que as críticas dirigidas ao Padre Marcelo, embora disfarçadas  de condenação à vaidade, estavam relacionadas aos efeitos do seu ministério na vida das pessoas. As pessoas que recebiam alimento espiritual do 'padre cantor’ sentiam e sabiam as diferenças entre as duas coisas e, portanto,  não aceitavam política como se fosse religião. E dela, a bela aparência física, o padre foi despojado, a custa de muito sofrimento, como se pode ver nas suas última fotografias



Mas nem todos têm a graça de Deus de compreender, e julgam segundo seus próprios sentimentos e conceitos; atribuem ao outro os sentimentos que teriam se estivessem no seu lugar. Grande fonte de sofrimento é  tal conduta.

Padre Marcelo é um exemplo de sacerdote. Apesar de ser portador das fraquezas comuns a todos os humanos, alia profunda fidelidade à Igreja (demonstrada pela frequente presença do seu bispo, Dom Fernando Figueiredo em todos os eventos mais relevantes), às mais modernas técnicas de comunicação do seu tempo, como a televisão música e cinema. Seu objetivo sempre foi atingir o amor número de almas, para que conheçam mais profundamente o nosso Deus e possam tirar tirar proveito da  grandiosa realidade do Seu poder, colocado em benefício de cada pessoa que O queira.

Com todos os defeitos que lhe atribuem, Padre Marcelo conseguiu a construção do grandioso "Santuário da Mãe de Deus”, uma belíssima obra de arte, que pode receber cerca 20.000 pessoas no ambiente coberto e mais ou menos 80.000, se suas paredes laterais forem levantas, graças ao admirável projeto doado pelo famoso arquiteto Rui Otake. A compra do terreno teve a ajuda  do empresário Antônio Ermírio de Moraes, porém, os vultuosos recursos necessários à sua construção vieram do que o Padre produz com a venda de seus CDs, e principalmente dos livros Ágape e Kairós, dois bestsellers.

Projeto do Santuário "Mãe de Deus" já construído e frequentado por milhares de pessoas.


É  um verdadeiro pastor de almas.  Atinge um incontável número delas diariamente  através do seu programa na Rádio Globo. Não há  uma alma que não se sinta apascentada depois de ouvir as cartas e testemunhos de tantas pessoas que padecem das mesmas dores, no corpo na alma, na mente  ou  no coração,  que são comuns à toda humanidade mas são abordadas com profundo respeito e consideração por quem as padece. Na oração “no colo de Jesus” feita  na segunda metade do programa, elas recebem a oração inspirada do padre como respostas pessoais vindas de Deus.   Ele  insiste a cada instante: “não sou eu amados, mas o próprio Jesus é quem sabe das suas dores e usa de mim, como seu sacerdote, para ser seu instrumento…"  A oração restaura as profundezas do ser de quem confia em Jesus e nos ministérios da Sua Igreja.

No seu programa diário, Padre Marcelo comemora, com os católicos, todas festas; relembra os santos de cada dia e pede a intercessão deles para as determinadas causas das quais  são conhecidos intercessores.

É dele a voz que adverte contra comportamentos que podem trazer danos à saúde do corpo (usando o próprio exemplo), da alma e até à saúde financeira, quando alerta para a necessidade de fazer bom uso do suado e abençoado dinheiro, fruto do trabalho de cada um. É verdadeiramente, um pai espiritual  para milhões de filhos de Deus.

No finalzinho do programa ele benze a água, os remédios, as carteiras de trabalho, os símbolos das dores do povo de Deus, que se sente acolhido, respeitado e amado no fundo do seu ser e tem renovada a dignidade humana de filhos de Deus.


Padre Marcelo faz, dessa maneira, o uso de riquezas da Igreja, esquecidas propositadamente ou não,  em favor dos queridos de Deus.  Um verdadeiro guardião dos tesouros de fé, esperança e caridade a que todo cristão tem direito, por Nosso Senhor Jesus Cristo.  E por isso, é também guardião das mentes e corações do seu povo contra a corrupção dos valores cristãos. Sal da terra.

Uma vez, uma senhora contou no programa que sua patroa ouvindo  pela primeira vez  o programa  pelo 'radinho' dela, perguntou: -Todos os dias é bonito assim?  E que e ela respondeu: - Não, a cada dia é mais.

Padre Marcelo é a prova de que Deus ama o seu povo, e quanto! Ele é presença de Deus na vida de cristãos de todos os perfis, de todos os lugares. Deus se mostra presente pela voz de seu sacerdote, desde os lares mais felizes, aos lugares  onde há mais dor e sofrimento como hospitais e presídios.  Ele vai citando as dores sentidas pelo seu povo e as colocando no coração de Jesus, trazendo luz, força e coragem para os grandes, de almas pequeninas, os que realmente constroem o que há de melhor no nosso querido Brasil. 

Que Deus abençoe o querido Padre Marcelo Rossi e o recompense, como só Ele o pode e sabe fazer, por todo bem que ele tem feito ao Seu povo.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Crsito.

Giselle Neves Moreira de Aguiar

Visite o site do Padre Marcelo Rossi

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

O uso de sinais na comunicação espiritual



Hoje, 01/10, a Igreja celebra a memória de Santa Terezinha do Menino Jesus, uma linda
francesinha que viveu no fim do século IXX. Morreu tuberculosa com 24 anos. Nascida em família católica praticante (era a irmã caçula), desde a mais tenra idade respirou a atmosfera rica do amor de Deus manifestada em cada detalhe carinhoso da sua vida familiar. Aos 15 anos conseguiu, por meio de uma intransigência própria de adolescentes, entrar para o Carmelo, onde já estavam duas de suas irmãs.

Sua alma era cheia de zelo para com os missionários, que enfrentavam dificuldades para anunciar o Evangelho de Cristo. Passou seus últimos nove anos no Carmelo rezando pelos sacerdotes, especialmente pelos missionários, para que fossem bem sucedidos na maravilhosa tarefa de aproximar as pessoas de Deus, o Sumo Bem, portanto, na verdade a tarefa deles era a de aproximar as pessoas da verdadeira felicidade. Tal fato fez dela a "Patrona das Missões”, embora fosse uma carmelita reclusa.

Por conta de sua inteira confiança em Deus, adquirida na vida familiar, e, talvez, mais devido a sua intrepidez quase infantil, tinha certas peculiaridades no seu relacionamento com Ele.
Tal fato pode ilustrado por um trecho do seu livro: “História de uma Alma”

“Vedes, minha querida mãe, quão longe estou de ser levada pelo caminho do temor. Consigo sempre encontrar um meio de ser feliz e tirar proveito de minhas misérias… Isto por certo, não desagrada a Jesus, pois parece encorajar-me nesse caminho. - Um dia, contra meu costume, estava um tanto perturbada, quando fui à Comunhão. Parecia-me que o Bom Deus não estava contente comigo e eu pensava: “Oh! se hoje receber só metade de uma hóstia, terei muito pesar. Suporei que Jesus vem como que forçado ao meu coração”. Achego-me … Oh! que felicidade! Pela primeira vez na vida, vejo o sacerdote tomar DUAS partículas bem separadas e dar-mas!… Compreendeis minha alegria e as doces lágrimas que derramei, vendo tão grande misericórdia …”

Sinais de comunicação especiais são apenas detalhes da rica vida espiritual. As vidas dos que cultivam e alimentam o espírito são dotadas de riquezas inimagináveis para quem vive apenas no nível biológico da vida. 

Exemplo desse tipo de comunicação acontecia muito na vida da Serva de Deus, Floripes Dornelas de Jesus, a Lola, que , entre outros, tinha como mensageiros das mensagens divinas os beija-flores.

Ainda hoje,  pessoas dotadas de visão espiritual lançam mão desse tipo de comunicação. Os devotos de Santa Terezinha costumam rezar 24 orações do “Glória ao Pai”* em gratidão à Santíssima Trindade pelo bem realizado na Terra durante os 24 anos que a santinha passou aqui. A maioria  deles recebe, sem que faça diligências para tal, uma rosa, antes do final da novena; um sinal de que a graça foi alcançada da bondade de Deus.


* "Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo. Assim, como era no princípio, agora, e sempre, por todos os séculos e séculos". Amém.