quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A história que o ensino oficial não ensina.

O que não se aprende na escola:

Para  quem deseja entender um pouco do que tem acontecido, no Brasil e no mundo,  recomendamos  três vídeos:
1- Como tudo isso começou (6:29min)


2- Como chegou ao Brasil, vindo do leste europeu 
(8:53min):


3- O resumo da ópera pelo jornalista Fernando Gabeira: (2:44)



Ser Mineiro, de autoria controversa: Dummond, Sabino ou Rosa?


Ser Mineiro é não dizer o que faz, nem o vai fazer,
é fingir que não sabe aquilo que sabe,
é falar pouco e escutar muito,
é passar por bobo e ser inteligente,
é vender queijos e possuir bancos.

Um bom Mineiro não laça boi com imbira,
não dá rasteira no vento,
não pisa no escuro,
não anda no molhado,
não estica conversa com estranho,
só acredita na fumaça quando vê o fogo,
só arrisca quando tem certeza,
não troca um pássaro na mão por dois voando.

Ser Mineiro é dizer "uai", é ser diferente,
é ter marca registrada,
é ter história.
Ser Mineiro é ter simplicidade e pureza, 
humildade e modéstia,
coragem e bravura,

fidalguia e elegância.

Ser Mineiro é ver o nascer do Sol
e o brilhar da Lua,
é ouvir o canto dos pássaros
e o mugir do gado,
é sentir o despertar do tempo
e o amanhecer da vida.

Ser Mineiro é ser religioso e conservador,
é cultivar as letras e artes,
é ser poeta e literato,
é gostar de política e amar a liberdade,
é viver nas montanhas,
é ter vida interior,
é ser gente.




quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Levantai-vos soldados de Cristo!


O verdadeiro soldado luta, não porque ele odeia o que está a sua frente, mas porque ele ama o que está  atrás - G. K. Chesterton -

Eleições 2014 - Que fundo erá o futuro de sua criança?


Que fundo erá o futuro de sua criança?
Quem honra o DNA brasileiro se sente bem em ambientes verde, amarelo, azul e branco, as cores da nossa Pátria. Elas representam as nossas matas, o nosso céu azul, o nosso ouro e a Paz, que vem da Justica, da Ordem e do Progresso. Tudo isso, recebemos de nossos antepassados, os que construíram nossa Nação.

No momento que vivemos, o vermelho tem a ver com stalinismo, totalitarismo, bolivarianismo e outras doutrinas alienígenas.

A escolha é sua. 
Seja responsável.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Aparicões de Fátima, documentário narrado por Ricardo Montalbán.


Este documentário, narrado por Ricardo Montalbán,  associa os principais acontecimentos da história do século XX às aparições de Fátima.

Importante observar os pareceres de cientistas a repeito das aparicões dentro do contexto do ambiente socio-cultural da época.

Vale, sobretudo analisar os acontecimentos  em relação ao  nosso tempo.
 Assim podemos  constatar que os fatos  que hoje vivemos foram alvo das preocupações de Nossa Senhora e Mãe, e o grande motivo dos seus aflitos e insistentes pedidos de tantas orações. 



sexta-feira, 17 de outubro de 2014



O programa de rádio “Momento de Fé”, com o Padre Marcelo Rossi está cada vez melhor.
Por ele, o o católico está diariamente sintonizado com o Coração de Jesus que “repara nossas faltas e santifica nossas faltas”. 

O programa é transmitido ao vivo, todas as manhãs, pela Rádio Globo, de segunda a sábado, das 9:05h às 10:05h. (Horário de Brasília). 

Pode ser ouvido também pela internet e pelo celular, por meio de aplicativo a ser baixado.

Por meio do ministério do Padre Marcelo Rossi, todos os dias os católicos podem obter uma atualização completa da sintonia com Deus, por meio de uma  reflexão sobre as alegrias e dificuldades da vida concreta e diária, vistas pelo olhar de quem tem Deus. Por tudo Deus é louvado e visto como o Poderoso Autor e Senhor de nossas vidas, cujo amor e bondade  são do mesmo tamanho do Seu Poder. Assim se ganha força  e coragem  que tornam mais leve o sobreviver, e até vencer, nesta selva cheia de perigos que tem se tornado o mundo. 

 A audição do programa  ajuda (e muito), pela oração ungida do sacerdote, na experiência da Presença de Deus na vida real e concreta. E  onde está Deus, mal nenhum prevalece e nada falta. 


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Padre Lyrio e os sinais.



Os sinais que cercaram o acontecimento da morte do Cônego Francisco Lyrio de Almeida, o querido Padre Lyrio dos sorocabanos, têm grande valor para quem  faz uso dos olhos da alma. 


 Com 97 anos, 72 deles em ativo sacerdócio, ele faleceu no dia 15 de outubro de 2014, dia de Santa Teresa de Ávila.  Na sua missa de exéquias, na Catedral Metropolitana de Sorocaba, presidida pelo senhor Arcebispo, Dom Eduardo Benes Rodrigues, e concelebrada por dezenas de sacerdotes, Padre Tadeu Rocha Moraes, o pároco, lembrou, muito bem, na homilia, que padre Lyrio era um professor vocacionado, amava lecionar e cultivar as letras, profissão que exercia a partir de sua condição de sacerdote. 








 Porém, acreditamos que além, do professorado, padre Lyrio tinha mais em comum com Santa Teresa. Quem o observava podia ver que, como a santa, era acometido de uma espécie de  dor que os entendidos chamam de transverberação, que faz  com que a alma não se contente com menos do que com Deus. Daí a sua grande exigência com tudo o que fosse relacionado a Deus, à Igreja, especialmente na Santa Missa, que ele “saboreava" com intenso prazer de espírito. Para ser atendido nas pequenas exigências, suportava títulos como ‘teimoso', mas sua teimosia nenhuma autoridade se arriscava a contrariar porque, na verdade, era zelo. Por não suportar nada menos do que Deus, Deus precisava estar presente e reinante em tudo o que fazia.


Tal atitude certamente não desagradava a Nosso Senhor, como ele se referia a Deus. Pois outro sinal do Altíssimo foi detectado como carinho, pelo pelo povo de fé. Padre Lyrio foi sepultado no dia de Santa Edwiges, a santa cuja imagem fica à direita de quem entra na Igreja de Santa Santa Cruz. Invariavelmente, todas as manhãs, ele  chegava, passava pela imagem da santa, e como o mais humilde dos fiéis, passava a mão nos pés da na imagem e com ela fazia o sinal da cruz; parava  um pouco e rezava, como quem pede ajuda à irmã mais poderosa para cumprir sua tarefa de se apresentar a Deus e a servi-Lo. Em todos os dias 16 de cada mês, ele abençoava  individualmente cada fiel, pedindo a intercessão de Santa Edwiges para as necessidades de cada um.



Os fiéis frequentadores da Igreja Santa Cruz sofrem hoje a ausência do “Padre", do pai espiritual,  que tinha cada vez maiores  limitações físicas, mas um coração cada vez mais rico de inesgotável amor a Deus e ao povo, cujo amor não cessava de proclamar. Porém, há um sentimento ainda maior em seus corações, a certeza de que o “Padre", como grande vencedor, recebe agora recompensa de tudo o que viveu e, com toda certeza, especialmente pelos sinais recebidos do Céu, está muito melhor do que estaria se estivesse aqui conosco. O saldo é alegria.


Giselle  Neves Moreira de Aguiar